Cuidador de idoso é a profissão que mais tem crescido no Brasil

Cuidar de um idoso requer atenção e paciência, pois ele faz muitas coisas num ritmo que, às vezes, pode ser diferente do qual estamos acostumados. Dessa forma, uma simples refeição, por exemplo, pode durar muito mais que o habitual. Este é o desafio do cuidador de idoso.

Esse profissional deve estar disposto a cuidar daquela pessoa como se estivesse lidando com uma criança. Muitas pessoas estão dispostas a encarar esse desafio e atuam nessa área. Assim, o número de cuidadores de idosos e a quantidade de cursos de formação nessa área cresceram no país.

Essa demanda deve crescer ainda mais agora que a profissão foi reconhecida. A lei que discute o perfil de um cuidador foi modificada. Antes essa atividade podia ser desempenhada por parentes e amigos, sem necessidade de possui formação técnica.

De acordo com dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho, esse crescimento da demanda começou em 2007, sendo que em 2017 (dez anos depois) o número de pessoas atuando na área passou de 5.263 para 34.051. Isso representa um aumento de 547% dessa profissão e a faz se tornar a que mais cresce no país.

O SENAC, por exemplo, relatou que em 2015 houve um aumento de 40% na procura pelos cursos de qualificação de cuidadores. Já o CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos) relatou o aumento de 84% dessa procura entre 2017 (quando o curso foi implantado) e 2018.

A média salarial desse profissional pode variar. A média nacional, por exemplo, é de 1.500,00 reais. As pessoas que dormem no trabalho costumam receber entre R$ 1.800 e R$ 2.100. O valor do curso também pode variar de acordo com a instituição. No SENAC, por exemplo, ele custa R$ 1.152. Já no CEBRAC o valor desse curso é R$ 3.588, divisível em 12 parcelas de 299 reais.


Receba mais informações gratuitamente